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Sidonio Porto

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Como integrar o projeto arquitetônico ao seu entorno?

A arquitetura baseia-se em um processo de criação e seu desenvolvimento. Por isso, a graduação nessa área ensina práticas e modelos de origem diversas para a elaboração de padrões, que podem ser repetidos ou modificados para garantir uma estrutura inovadora.

No entanto, nem todos os projetos originais e criativos refletem uma solução harmônica com relação ao seu posicionamento. Afinal, é possível conectar a obra finalizada de uma empresa com o resto do ambiente, manter a identidade do negócio e, ao mesmo tempo, ser diferente e se destacar?

Neste post, você vai entender como integrar o projeto arquitetônico ao seu entorno com autenticidade e excelência!

O que é a integração do projeto arquitetônico com seu entorno?

As cidades históricas do Brasil, ou centros antigos de cidades europeias costumam exibir um visual arquitetônico único, com ruas e construções que encantam os olhos de turistas e são interessantes para o bem-estar de quem mora no local.

Isso acontece porque as casas e estabelecimentos do lugar possuem uma integração intensa com suas ruas, por meio de seu projeto arquitetônico. As janelas são amplas e sacadas ou pequenas varandas dialogam com a padronização das vias mais rústicas. Isso conforta os visitantes, além de criar uma atraente identidade visual.

Essa composição projetual tão harmônica com seu entorno é um exemplo da integração do projeto arquitetônico com seus arredores. O conceito se refere a uma construção bem inserida, que não destoa de determinado ambiente, seja ele desenvolvido (como uma cidade grande) ou não (uma casa no campo ou em uma praia deserta, por exemplo).

Por outro lado, a boa integração também pode consistir em um contraste, que destaca a construção de forma interessante (como uma casa de concreto e metal em meio a uma fazenda, ou uma loja de madeira e materiais rústicos em uma cidade grande, por exemplo). Em ambos os casos, isso deve ser feito sem agredir ou poluir visualmente o seu entorno.

Em suma, é possível afirmar que uma obra bem integrada combina com a sua paisagem, mesmo que seus materiais ou design não dialoguem exatamente com aquele tipo de ambiente em que a construção está localizada.

Como é possível integrar o projeto arquitetônico ao seu entorno?

Realizar uma boa integração de acordo com as possibilidades permitidas pela lei urbana pode ser um desafio e tanto. Afinal, quando um projeto acaba com um design muito diferente de outras construções à sua volta, é normal que ele chame mais atenção, mas quando diversos projetos não dialogam entre si em um mesmo espaço, a tendência é a criação de um caos visual (semelhante ao encontrado nas favelas brasileiras).

Algumas vezes, essa “bagunça para os olhos” proporciona um efeito interessante (como é o caso de Las Vegas ou da Quinta Avenida em Nova York, por exemplo), mas na maioria das vezes, pode tirar a elegância e desarmonizar o ambiente.

Algumas dicas para integrar o projeto arquitetônico com beleza e sucesso podem ser simples:

Conhecimento apurado do ambiente

Todo projeto bem-sucedido envolve planejamento. Por isso, para garantir o equilíbrio, é essencial conhecer a história e estética do entorno antes de iniciar a composição visual da obra.

Isso é importante porque o mimetismo da construção depende da identificação do estilo local, para que consiga dialogar com os elementos já presentes no ambiente. Além disso, também é possível identificar ideias de materiais e tonalidades com base nos modelos do entorno.

Aproveitamento de elementos naturais

Árvores, pedras, troncos, jardins verticais, cores naturais e móveis rústicos podem enriquecer a arquitetura por meio do paisagismo, principalmente quando o entorno é rico em áreas verdes ou belezas naturais.

Isso porque, a depender da identidade visual da empresa que solicita os serviços de arquitetura, a inserção de elementos naturais na composição da obra pode passar uma ideia de continuidade e conexão com o espaço externo.

Expansão do espaço privado 

Em ambientes urbanos, tudo aquilo que se fecha para a cidade está desintegrado. Por isso, é preciso priorizar a construção de edificações que se comuniquem com a cidade para que ela não se torne inóspita, nem para que seus habitantes se sintam isolados.

Para isso, é preciso priorizar os espaços arejados e conectados com o ambiente de fora, por meio de janelas amplas, transparências, e até mesmo pela troca de muros altos e fechados pelas cercas vivas. 

A integração de ambientes internos com pátios, áreas de socialização, jardins e varandas também garante espaços com melhor amplitude visual e funcionalidade. Além disso, essa conexão com o ar livre dá mais personalidade ao ambiente, tornando-o agradável e atrativo.

Adequação aos condicionantes locais

Se um arquiteto projeta um estabelecimento próximo à praia, provavelmente não vai fazer uma vista que dê para o lado oposto ao mar. O mesmo vale para um edifício no alto de uma avenida ou localizado em morro, com uma bela visão de toda a cidade.

Isso significa que ele usará as condicionantes do local para fazer sua infraestrutura de acordo com o que for mais vantajoso para o cliente. Assim como todos os projetos arquitetônicos, o que deve ser levado em conta na hora do planejamento não é apenas a estética, mas a incidência solar do local, direção dos ventos, estrutura do terreno etc.

É possível ser inovador ao se projetar?

Para que a obra arquitetônica de empresas tenha sua identidade em um ambiente competitivo onde inovação é um diferencial, é preciso lembrar de alguns pontos:

Conhecer as prioridades do cliente

Uma maneira interessante de garantir que o cliente receba um resultado que carregue a essência do seu negócio, é procurar entender suas motivações, bem como os valores, particularidades e perfil da empresa.
 
Com essas informações em mente, é preciso ir além e questionar qual experiência aquele estabelecimento deve oferecer, e como ele pode ser diferente a ponto de impactar positivamente a vida das pessoas que o frequentam.
 
Pensar em experiência e posicionamento é essencial para começar a imaginar um projeto original, que esteja alinhado com os interesses do cliente de qualquer setor. Afinal, o projeto de Arquitetura pode ir além colaborando com estratégias que visem alavancar e ajudar o crescimento dos negócios. 

Prezar pela sustentabilidade

Os arquitetos mais antenados às tendências sustentáveis (como o desenvolvimento de peças artesanais, telhados verdes, paisagismo ecológico e sistemas de eficiência energética) estão à frente da concorrência por poderem contar com este diferencial.

Isso porque, no futuro, muitos clientes preferirão optar por estes recursos com o intuito de economizar água, energia elétrica e otimizar a ventilação natural, sem abrir mão de um design moderno e conceitual, que reflita a identidade visual da empresa.

Abusar da tecnologia

Muito cobiçados pelos amantes de tecnologia, aparelhos como os iPhones lançam modelos cada vez mais avançados, mas passam por poucas transformações estéticas entre uma versão e outra. Apesar de inovadores, não há reestruturações radicais no design das versões mais modernas.

Esse exemplo mostra que a inovação não é sinônimo de aparência. É possível promover modernidade na arquitetura com o uso da tecnologia, ao prover novas possibilidades com um sistema construtivo mais eficiente, como o uso de vidros isolantes (que não deixam o calor esquentar o ambiente), fachadas impermeáveis e outras ferramentas que melhoram o aspecto físico da obra.

Procurar referências

A inovação se origina basicamente da vontade de melhorar aquilo que já foi visto e apreciado. Por isso, é importante que o arquiteto nunca pare de aprender, nem de conhecer novos projetos.

Ao reter as imagens das composições que mais atraem e chamam a atenção, é possível aprender a integrar o projeto arquitetônico de novas maneiras, absorvendo conhecimentos derivados dessas referências.

Se você deseja conhecer e se inspirar com construções criativas e muito bem integradas ao seu entorno, não deixe de acessar nosso site e conhecer os nossos projetos. Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar a fazer o mesmo com a sua empresa!

A importância do projeto arquitetônico na construção da casa

Construir uma casa requer muito trabalho, seja no planejamento, seja na execução. No entanto, é comum várias obras começarem sem reconhecer a devida importância do projeto arquitetônico.

O projeto residencial deve ser feito por uma equipe qualificada, e serve para prever, nos mínimos detalhes, quais passos são necessários em uma obra e como cada um deve ser executado.

Conheça neste post os principais fatores que levam o projeto residencial a ser um item essencial sempre que se pensar em construção ou reformas!

Investir em qualidade e segurança

A fase de projeto é uma das etapas essenciais de planejamento, pois evita desperdícios de tempo, dos recursos que você investirá na obra e de materiais. Envolve vários aspectos — fundação e estruturas, boa setorização dos ambientes e bons acabamentos —, de maneira que a edificação garanta toda a segurança necessária aos habitantes e evite acidentes perigosos.

Outro aspecto importante, normalmente considerado na arquitetura residencial, especialmente com o crescimento da demanda de sustentabilidade por toda parte, é verificar as condições de conforto ambiental das edificações.

Para isso, consideram-se o posicionamento da edificação com relação ao Sol e aos ventos predominantes na cidade, além de questões de acústica e os possíveis impactos que aquela construção poderá produzir ao seu redor.

Como resultado da não contratação de projetos de arquitetura, a lista de possíveis problemas é enorme: dimensionamentos errados, sistemas elétricos e sanitários mal executados, mobiliários inadequados, quebras de revestimentos e até desabamentos.

Conhecer as fases do projeto

Os projetos arquitetônicos contemplam diversas etapas que, a seu tempo, definem cada detalhe da edificação que será construída. São elas:

Programa de necessidades

É a fase na qual são realizadas reuniões com os clientes, a fim de definir as exigências e características da edificação — padrões de qualidade, setorização interna, funções de cada ambiente e aspectos psicológicos dos futuros moradores.

Levantamento de informações

É a etapa na qual a equipe coleta as informações físicas necessárias, como dimensionamentos, nivelamento e situação do entorno, orientação do solo, vegetação existente.

Estudo preliminar

É o estudo de viabilidade do programa de necessidades e proposta inicial, a qual deverá ser aprovada pelos clientes. Conta com representações dos elementos construtivos, incluindo medidas, níveis, áreas, acessos, orientação etc.

Anteprojeto

É a fase que recebe aprovação final das soluções a serem adotadas e inclui projetos complementares de estrutura, instalações hidrossanitárias, orientações de conforto ambiental, entre outros.

Projeto executivo

É a etapa que apresenta, de forma organizada e objetiva, todas as informações necessárias à construção da edificação e os serviços pertinentes.

As-built

É a revisão pós-obra de todos os documentos do projeto executivo, com as alterações feitas ao longo da execução.

Procurar bons profissionais

Apesar da ideia de que a arquitetura é elitizada e só encarece o processo, a verdade é que o valor do projeto compreende cerca de 10% do orçamento total da obra. Assim, investir no planejamento significa evitar desperdícios, além de economizar tempo e recursos financeiros.

Independentemente do tamanho do seu investimento ou da edificação, é essencial reservar uma parte do orçamento para focar o projeto, para ter obras racionalizadas e que atendam às necessidades definidas nas fases iniciais.

Para isso, dedique atenção especial à contratação de profissionais qualificados. Peça indicações a seus amigos e familiares ou procure contatos em redes sociais ou no Conselho Regional de Arquitetura do seu estado.

Reconhecer a importância do projeto arquitetônico para realizar sonhos

A arquitetura também traduz as preferências, as tendências estéticas e os aspectos emocionais dos clientes sobre os espaços, de forma que suas expectativas e necessidades sejam atendidas da melhor forma possível, sem imposições de ordem estética ou funcional.

Isso, aliás, é um mito. Um bom arquiteto não fará escolhas sem consultar os clientes, mas irá orientá-los, com base em todo o seu conhecimento e experiência na área, a adequar suas preferências aos recursos e alternativas disponíveis.

Acredite: nada é mais gratificante para um arquiteto do que ver a obra entregue em perfeito estado, pronta para ocupação e proporcionando ao cliente aquela sensação de felicidade tão desejada durante todo o planejamento e construção.

Agora, que você já compreendeu a importância do projeto arquitetônico na construção da sua casa, entre em contato com a Sidonio Porto e saiba como podemos ajudar na realização desse sonho!

Como definir o fornecedor para o projeto de arquitetura da sua empresa

Para que qualquer projeto de arquitetura corporativa obtenha sucesso, o primeiro passo está na escolha de fornecedores confiáveis. Afinal, de nada adianta um belo ambiente finalizado se o espaço precisar de manutenção constante, devido aos materiais e serviços de baixa qualidade empregados na sua criação.

No entanto, com tantas opções disponíveis no mercado atual, a decisão pode ser uma tarefa complicada. Afinal, como ter certeza de que o parceiro que você escolheu é realmente capaz de atender a todas as suas necessidades?

Neste post, você vai conhecer alguns critérios muito importantes para levar em conta na hora de eleger um bom fornecedor para projeto de arquitetura. Confira!

Avalie portfólios

Os portfólios são como um cartão de visita da empresa, pois tendem a dar pistas muito precisas sobre o estilo e perfil do fornecedor analisado. Seja pela parte estética ou pela interface com as informações disponíveis, é possível ter uma ideia bem próxima das opções que mais combinam com as suas preferências por meio da análise desse material.

Outra dica é solicitar amostras de produtos oferecidos, como pisos e itens de decoração. Aproveite para verificar a procedência e resistência dos materiais utilizados nesses objetos, bem como os detalhes do acabamento e marcas oferecidas.

Também é importante procurar por certificações (como a do Inmetro) que comprovem a qualidade desses itens, principalmente no caso de aparelhos elétricos. Dessa forma, você já sabe que o dinheiro investido provavelmente valerá a pena.

Procure por referências

Na hora de procurar um fornecedor para projeto de arquitetura, toda indicação é válida. No entanto, a opinião de quem já foi cliente do fornecedor considerado não deve ser decisiva ou fazer você fechar o negócio imediatamente.

Para fortalecer a credibilidade da empresa, não se esqueça de pedir um laudo técnico ou chancela de alguma instituição isenta e garantidora de algum padrão de excelência. Você também pode verificar se ela possui algum tipo de selo ou atestado de qualidade que comprove essa confiança.

Valorize a tradição

Diversos escritórios de arquitetura baseiam suas decisões de parceria no tempo de atuação do fornecedor. O motivo é simples: quem tem tradição no mercado já teve oportunidades suficientes para testar muitas ideias inovadoras na prática.

Isso não significa que você deva se fechar para as inovações ou ofertas de novas empresas, mas sim reconhecer quem pode agregar valor ao seu trabalho. Quem é referência no setor tem mais chances de proporcionar a satisfação do cliente.

Leve a flexibilidade do contrato em conta

Os bons fornecedores são aqueles dispostos a oferecer total flexibilidade na sua prestação de serviços. Verifique quais concessões, refações e descontos eles estão dispostos a fazer no caso de atrasos, necessidade de adaptações e insatisfações (ainda que mínimas) do cliente.

Outro ponto que merece atenção durante a escolha de um fornecedor para projeto de arquitetura é o tipo de pagamento. Se o fornecedor apenas aceitar remunerações à vista, isso pode atrapalhar o fluxo de caixa da empresa. Por outro lado, as condições a prazo ou aceitação de crédito podem manter as contas do escritório em dia.

Conheça o fornecedor pessoalmente

Com a digitalização de diversos meios de comunicação digitais e a correria do dia a dia, o contato com o fornecedor pode acabar restrito ao telefone ou ambiente online. No entanto, conhecer o seu parceiro de perto é uma dica importante, principalmente se você procura alguém com quem contar em projetos futuros.

Por isso, após coletar depoimentos e opiniões positivas de terceiros, o recomendado é partir para uma relação mais pessoal. Para isso, agende uma reunião ou visita a fim de conhecer a estrutura física, equipe e disponibilidade dos seus fornecedores.

Além disso, também é interessante sugerir o acompanhamento presencial de algum trabalho realizado por eles. Dessa forma, é possível conhecer melhor o caráter dos seus serviços e decidir se você gostaria de aplicar aquilo em seu layout corporativo ou não.

Analise o nível do atendimento

Ao visitar a sede do seu fornecedor ou ter algum tipo de contato virtual, procure reparar na maneira com que foi atendido. Aquele fornecedor se mostrou disponível e interessado em conhecer suas necessidades? Prestou as informações que você solicitou rapidamente? Foi cordial e prestativo?

Aproveite para conhecer o perfil virtual da empresa e fazer pesquisas relacionadas ao seu nome. Como os seus clientes avaliam os serviços prestados? Existem reclamações? Quantas? Como o fornecedor as responde?

Tudo isso importa no momento de fechar uma parceria, pois um número (ainda que pequeno) de reclamações sem respostas pode ser um forte indício de problemas não solucionados.

Não se deixe levar pelos preços

Embora a comparação de preços seja muito importante no processo de escolha de um fornecedor para projeto de arquitetura da sua empresa, a economia a qualquer custo não deve ser uma prioridade, em hipótese alguma, antes do fechamento do negócio.

Isso porque os preços cobrados muito abaixo da média (principalmente quando feitos por fornecedores que são novos no mercado) podem ser um sinônimo de má qualidade ou trabalhos incompletos. O ideal é que o valor estipulado seja justo e saiba reconhecer a qualidade do serviço prestado.

Sendo assim, o recomendado é conseguir conversar e negociar com aqueles que cobram um pouco acima do preço estipulado pelo orçamento da empresa, a fim de conseguir descontos ou boas condições de pagamento. Ao fazer isso, você conquista uma excelente compra para seu escritório e ainda garante que o projeto será realmente feito com o auxílio daquele fornecedor que você escolheu.

Por fim, é preciso ter em mente que um serviço bem executado deve contar com uma série de envolvidos comprometidos em entregar apenas o melhor. Na arquitetura, esse conceito não é diferente. Por isso, o conjunto da obra finalizada junto à satisfação do seu cliente dependem diretamente da interação entre a empresa e os seus fornecedores.

Agora, que você já sabe como definir da maneira certa o fornecedor para projeto de arquitetura da sua empresa, não deixe de tomar os mesmos cuidados para a escolha de um bom escritório de arquitetura! Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar a tirar os seus desejos do papel!

Arquitetura comercial: saiba como aumentar a segurança na empresa

Se você tem uma empresa, já deve saber que a arquitetura comercial tem a função de deixar o prédio mais bonito e funcional. Mas você já parou para pensar que ela também é capaz de aumentar a segurança na empresa?

Para te explicar a importância de encomendar um projeto que contenha itens de segurança, e o que você deve solicitar que seu arquiteto inclua nele, preparamos este post. Confira nossas dicas!

Por que incluir segurança no projeto?

Infelizmente, vivemos em um país onde roubos e invasões são comuns. Por isso, é fundamental pensar em proteger a si mesmo, seus funcionários e os bens presentes no prédio da empresa.

Os itens de segurança mais comuns, como câmeras de monitoramento, costumam ser difíceis de ser instalados em um prédio já pronto, necessitando de intervenções e adaptações na estrutura, instalações elétricas, etc.

Ao incluir esses itens ainda no projeto, antes da construção do prédio, você evita passar por uma reforma que poderia, inclusive, prejudicar a estrutura original.

Reformas no interior de prédios comerciais são desagradáveis, pois atrapalham as atividades normais e o resultado final pode ter uma qualidade inferior por ter sido feito por profissionais diferentes dos que construíram.

O que pode ser colocado?

Investir na instalação de itens de segurança é sempre uma boa ideia, mas é preciso considerar a localização de sua empresa, e quais riscos ela corre. Em geral, estes são os principais artigos que você deve considerar ter:

Câmeras de segurança

Este é o artigo primário de segurança para qualquer local. É importante para dissuadir de furtos e servir como prova em caso de acusações criminais. É fundamental que elas sejam planejadas no projeto arquitetônico, para que fiquem na localização mais eficiente possível e sejam ligadas a uma sala de controle, para onde sejam transmitidas as imagens de todas as câmeras.

Alarmes

Os alarmes, provavelmente, ficam em segundo lugar na lista de itens de segurança. Muitas vezes são, inclusive, sistemas integrados às câmeras de segurança. Por isso, sua instalação também pode ser complexa demais para ser feita depois que o prédio já estiver pronto.

Cerca elétrica

Caso itens de valor fiquem em pátios ou estacionamentos abertos durante a noite, o uso de cerca elétrica garantirá maior tranquilidade. Embora sua instalação seja relativamente simples em residências, para comércios e fábricas, é importante haver um planejamento prévio, pois a cerca ocupará uma área muito maior, consumirá mais energia, etc.

Limitação de acesso ao prédio

Além de contar com portas e portões resistentes, para protegerem seu comércio durante a noite, também é uma excelente ideia instalar limitadores de acesso, como catracas, pelas quais só é possível passar tendo um crachá ou outra forma de identificação.

Para aumentar a segurança na empresa ainda mais, você pode investir em um portal detector de metais, semelhante aos existentes em aeroportos e bancos. Dessa forma, você garante que pessoas armadas ou portando outros itens perigosos, não entrarão na sua empresa.

Agora que você já sabe que a arquitetura é muito importante para aumentar a segurança do seu negócio, que tal descobrir por que a arquitetura da empresa é importante para o cliente? Leia nosso post sobre o assunto!

Condomínio residencial ou casa na rua? Veja as vantagens de cada um

A casa própria continua entre os maiores sonhos das famílias brasileiras, tanto as recém-formadas como as que já juntam economias há anos para conquistar esse passo. Mas então, com a grande proliferação de novas formas construtivas, quais os motivos de morar em casa de condomínio fechado ou em casa na rua?

Ambas possuem prós e contras, e não existe uma única decisão certa. O importante é sua rotina e o que atende melhor às expectativas da sua família.

Acompanhe nosso post para compreender as vantagens e desvantagens de cada uma e tomar a melhor decisão!

Vantagens de morar em condomínio fechado

O apelo dos condomínios é muito claro. Eles oferecem uma série de atrativos: desde áreas de lazer completas, ruas tranquilas, arborização e a possibilidade de personalização desde o começo da construção — uma vez que grande parte das compras é de terrenos não construídos. No entanto, o argumento principal é a segurança.

A necessidade crescente de proporcionar tranquilidade aos familiares, devido à sensação de insegurança crescente, é o motivo principal pelo qual aconteceu a ampla construção de condomínios horizontais nas últimas décadas.

Assim, a compra de um lote ou um imóvel nesse tipo de empreendimento significa comprar toda uma ideia de conforto e proteção que parece impossível fora dos muros. Neles, é possível caminhar ao ar livre e deixar as crianças brincarem livremente na rua.

A praticidade é inegável. Muitos condomínios contam com restaurantes, clubes, quadras esportivas, praças e outras opções, principalmente de lazer, que permitem que a vida do morador se concentre ali.

A partir da última década, têm surgido empreendimentos comerciais específicos para atender a essa demanda: shopping centers, escolas, edifícios comerciais e bairros completamente planejados.

Dessa forma, os moradores podem reduzir o uso de automóveis, pela proximidade aos afazeres da rotina e às opções de diversão. No entanto, acabam por se restringir àquele meio e não vivenciar a cidade como um todo.

Vantagens de morar em casa na rua

Uma das principais vantagens encontradas em casas na rua é a localização, uma vez que ainda há vários imóveis distribuídos pela cidade, perto dos locais de trabalho e estudo ou a uma distância confortável de ser percorrida, qualquer que seja o meio de transporte escolhido.

Além disso, a interação social entre vizinhos de casas de rua tem grandes chances de ser até maior, em comparação a vizinhos de condomínio. Afinal, é normal que existam mobilizações entre os moradores para garantir desde segurança, limpeza, manutenção dos imóveis, das plantas e calçadas até festas comemorativas das várias épocas do ano.

Caso você tenha preferência por animais de estimação de maior porte, por exemplo, talvez morar fora de muros seja mais vantajoso, pois alguns condomínios restringem a quantidade de pets ou o tamanho dos que você pode criar.

Com relação aos custos, no geral, os impostos referentes ao Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), financiamentos e registros são iguais, tanto para residências dentro como fora dos condomínios. No caso de compra de terreno, na rua ou não, os custos costumam ser multiplicados devido a todo o trabalho de construção.

A principal diferença é na forma como serão cobradas taxas como iluminação pública, limpeza e abastecimento de água, entre outras. Nos condomínios, isso é dividido entre os moradores, mas também incluem manutenção dos vários equipamentos e áreas comuns e despesas com funcionários.

Em casas na rua existem as mesmas taxas, embora cobradas separadamente entre si e diluídas entre uma quantidade maior de imóveis. Assim, no total, os valores acabam por ser muito semelhantes, quando comparados na ponta do lápis.

Outra diferença crucial é o investimento em segurança. Caso você prefira os condomínios, saiba que as taxas de segurança são inclusas no valor que você vai pagar mensalmente para a administração.

Em casas na rua, no entanto, a ausência de outros custos permite que você invista em equipamentos de segurança igualmente bem, principalmente se houver mobilização entre vizinhos. As empresas especializadas normalmente fornecem descontos para grandes instalações.

É inegável que morar em casa, seja condomínio fechado ou casa na rua, proporciona experiências únicas e inesquecíveis, especialmente durante a infância. Agora, que você já conhece as vantagens e desvantagens de cada opção, que tal compartilhar este post nas suas redes sociais? 

Heliponto na empresa: como é possível ter um?

Os helipontos, antes considerados desnecessários por muitos, têm se tornado um elemento cada vez mais comum na mobilidade urbana de grandes cidades. Ao notar isso, e para melhorar as condições para seus clientes, talvez você tenha começado a considerar ter um heliponto na empresa.

Pensando em você, preparamos esse guia. Confira a seguir tudo que você precisa saber antes de implantar essa ideia na sua companhia!

Qual a legislação sobre heliponto?

As regras para construção de heliponto são determinadas pela ANAC (Agência Nacional da Aviação Civil), órgão que regula todos os tipos de veículos aéreos no país, inclusive nos aspectos de segurança, que são particularmente importantes nesta área.

Em primeiro lugar, é preciso encomendar o projeto do aeródromo — nome genérico para qualquer local de pouso e aterrissagem de aeronaves. Quem cuida desse projeto é o engenheiro, que assinará o documento chamado ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). Junto a isso, paga-se uma taxa de R$ 341,20.

O engenheiro responsável deverá criar o desenho técnico e memorial descritivo de acordo com as normas de sinalização, dimensões etc. Também é preciso observar se há heliponto circunvizinho, ou seja, a menos de 200 metros de distância, pois, nesse caso, é necessário que o projeto inclua sinalização horizontal (texto no chão, em tinta refletora), para aumentar a segurança.

Helipontos circunvizinhos são muito comuns em áreas majoritariamente empresariais, como a Avenida Paulista, na cidade de São Paulo.

Quando o proprietário do heliponto for pessoa jurídica, junto com o projeto, também são solicitados os documentos da empresa — contrato social, procuração para o representante legal etc.

Após a entrega do projeto e demais documentos, basta aguardar por 90 dias, para saber se a ANAC aprovará a construção. O andamento desse processo pode ser conferido online.

Como implantar o heliponto?

Assim que houver o parecer positivo da ANAC, pode-se começar a construção do heliponto na empresa. Vale frisar que nada relativo à obra pode ser feito antes da aprovação, pois, nesse caso, ela estará em situação irregular.

Nessa etapa, além do engenheiro, podem entrar outros profissionais, como um arquiteto especializado. É importante procurar profissionais com experiência na execução deste tipo de projeto, pois ele necessita de conhecimentos muito específicos.

Como colocar o heliponto em funcionamento?

Após a conclusão da obra, o engenheiro deverá enviar à ANAC o documento chamado Notificação de Término da Obra, assinado com firma reconhecida. A seguir, deve ser feita a inscrição no cadastro de aeródromos, para que o heliponto possa começar a operar.

Para realizar esta inscrição, é preciso preencher uma ficha cadastral, apresentar o comprovante de pagamento da taxa de ART, que citamos acima, e pagar uma nova taxa, no valor de R$ 1.364,20. Ambas as taxas são pagas na forma de Guia de Recolhimento da União.

O número de helipontos tem aumentado, mas ter um na sua empresa ainda pode ser considerado um diferencial positivo. Apesar da necessidade de contratação de engenheiros altamente especializados, não é um processo particularmente burocrático ou longo. Por isso, podemos dizer que o resultado vale a pena!

Ter um heliponto na empresa, principalmente se ela for de grande porte, é uma boa ideia para quem deseja oferecer uma forma de locomoção rápida e exclusiva a seus investidores, clientes, e mesmo a si próprio e seus funcionários.

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5 dicas para construir uma casa com mais privacidade. Veja mais!

Nossa casa é nosso espaço especial, o lugar onde podemos receber os amigos, ficar à vontade e relaxar longe da curiosidade e indiscrição alheia. Por isso, na hora de projetar ou construir, é muito importante atentar a como fazer uma casa com mais privacidade.

Esta preocupação não se resume ao exterior. É preciso pensar também na relação com as demais pessoas que residirão no imóvel — afinal, cada pessoa é única e precisa ter o seu próprio espaço.

Sendo assim, preparamos uma lista com várias dicas para garantir a sua privacidade dentro de casa. Confira!

1. Abuse das plantas

Se você planeja ter um belo jardim ao seu dispor, uma boa pedida é plantar árvores e plantas altas. Além de refrescarem a temperatura e oferecerem uma sombra irresistível, ainda podem se transformar em paredes naturais contra olhares curiosos.

Há muitas opções para isso, entre as quais ipês, palmeiras e árvores frutíferas. Então vamos preparar  canteiros junto aos muros que cercam o espaço livre e deixar tudo muito mais verde!

2. Cubra parcialmente

Mas e se a sua casa for vizinha de prédios altos, cujos moradores possam visualizar tudo o que acontece dentro do jardim? Bem, nesse caso, uma opção é providenciar uma cobertura parcial — algo suficiente para manter a privacidade, mas preservando a iluminação e ventilação naturais.

Toldos e pérgulas podem ser opções interessantes, bem como biombos móveis. Porém, dependendo do tamanho e da posição do jardim, a instalação de algumas barreiras, como treliças ou jardins verticais, já pode ser suficiente para bloquear a visão de pontos específicos que você não queira expor.

3. Instale persianas e cortinas

Persianas são uma boa pedida. Antes restritas aos escritórios, agora são cada vez mais comuns na ambientação das casas, já que permitem controlar luminosidade e ventilação com inúmeros modelos e materiais.

Cortinas igualmente garantem a privacidade desejada.

4. Atente à orientação da casa

Você é fã de paredes de vidro, mas fica receoso de perder sua privacidade? Isso será resolvido atentando-se para a orientação da casa ou seja, considerando-se a posição do sol.

É bom lembrar que cortinas/persianas são essenciais nesses ambientes envidraçados. Onde se pretende total privacidade, o blackout pode ser uma opção.

5. Considere fazer um isolamento acústico

Quer mais conforto e sossego dentro de casa? Então pense seriamente em investir num bom isolamento acústico. Esse recurso é indispensável para quem não tolera ruídos externos ou precisa emitir sons altos e não quer ter problemas com a vizinhança.

Viu só como nem é tão difícil assim ter uma casa com mais privacidade? Se você curtiu as nossas dicas, compartilhe este post nas suas redes sociais. Até o próximo artigo!

Tipos de piscina: escolha o ideal para você

Ter uma piscina em casa é uma excelente opção de lazer e um ótimo motivo para reunir toda a família, principalmente em verões quentes como os brasileiros. Existe uma enorme variedade de tipos de piscina, com diferentes formatos, revestimentos, modos de instalação e necessidades de manutenção.

Assim, é normal surgirem dúvidas sobre qual é mais indicada para o espaço que você tem disponível. Mas saiba que, em casa ou em apartamento, sempre há uma piscina ideal para seu sonho.

Pronto para saber tudo que precisa para escolher a sua? Acompanhe nossas dicas!

Piscina de concreto ou alvenaria

São as que mais permitem personalização de formas e acabamentos. Têm grande resistência mecânica e extensa vida útil. São as mais caras, uma vez que é necessário todo o material de obra e profissionais especializados para planejamento e execução do projeto.

Eram normalmente revestidas com azulejos comuns, porém as pastilhas cerâmicas rapidamente tornaram-se o acabamento mais utilizado pela ampla gama de cores e tamanhos. Transmitem uma atmosfera de sofisticação e segurança.

Os principais cuidados são:

  • manutenção periódica das peças de revestimento, a fim de evitar que se soltem;
  • utilização de argamassa ou manta asfáltica sob os acabamentos, para evitar vazamentos; e
  • evitar o uso de produtos algicidas à base de cobre, pois podem causar manchas.

Piscina de fibra de vidro

Conhecida também como piscina de fiberglass, é uma opção mais econômica por ser pré-fabricada, de fácil manutenção e menos suscetível a vazamentos e acúmulo de sujeiras.

As desvantagens principais são a possibilidade de desgaste da pintura, no decorrer do tempo, além da dificuldade de troca da água — que só é possível quando são devidamente adaptadas ao sistema de bombeamento.

As medidas de manutenção a serem tomadas são:

  • diluir adequadamente o cloro, para evitar manchas esbranquiçadas;
  • evitar o uso de escovas de aço ou outros objetos que provoquem arranhões;
  • evitar esvaziar além da metade da água — a piscina pode se romper e
  • manusear registros e filtros cuidadosamente, devido à fragilidade dos equipamentos.

Piscina de vinil

As piscinas são denominadas “de vinil” quando este é o material usado na impermeabilização e no revestimento final. Na verdade, o que varia é o tipo de estrutura que recebe a manta vinílica: pode ser blocos de concreto, chapas metálicas ou chapas polímeras.

As chapas metálicas têm como vantagens a facilidade na moldagem, na acomodação às movimentações do solo e ao congelamento da água — propriedade interessante em locais de invernos rigorosos. São fáceis de instalar e não sofrem corrosão.

Já as chapas polímeras têm as mesmas características das metálicas, porém seu custo é mais elevado. Os blocos de concreto, por sua vez, são os mais populares no Brasil, pois têm menor custo e não exigem mão de obra tão especializada.

Os cuidados com este tipo de piscina são muito semelhantes aos do tipo fiberglass. No entanto, sua durabilidade pode ser prejudicada caso haja uso excessivo de cloro ou outros produtos químicos — podem acontecer desbotamentos na coloração e ressecamento das superfícies.

A escolha de uma piscina deve ser baseada no quanto você pode investir, no conforto da família e na durabilidade desejada. Tenha atenção também a algumas medidas de segurança, como a instalação de barras de apoio e pisos antiderrapantes nas bordas e escadas, para evitar acidentes.

Então, já decidiu qual é o melhor para você dentre os tipos de piscina aqui apresentados? 

Conheça os benefícios de pré-fabricados nas construções

Prazos mais ágeis, orçamentos mais enxutos, economia de recursos e padronização de qualidade: esses são apenas alguns dos principais benefícios de utilizar materiais pré-fabricados nas construções em vez de prepará-los diretamente no canteiro de obras. 

Normalmente, a escolha pelo tipo de material que será utilizado na obra é feita ainda na fase de planejamento do projeto. As consequências dessa decisão atingem fatores determinantes do processo, como o tempo e o dinheiro gastos.

Quer entender um pouco mais sobre o assunto e deixar suas obras ainda mais eficientes? Então continue a leitura deste artigo.

O que são os pré-fabricados?

De modo geral, uma construção pode ser feita de duas formas: in-loco ou pré-fabricada. O formato in-loco é o convencional, no qual todos os elementos estruturais necessários para construir o imóvel são produzidos no próprio canteiro de obras, tais como pilares, vigas e lajes.

Por outro lado, a construção com elementos pré-fabricados utiliza insumos que foram produzidos em uma fábrica, fora do canteiro de obras. Dessa forma, toda a preparação de materiais passa a ser feita de forma automatizada, o que faz com que o processo seja mais rápido e que os materiais produzidos obedeçam a um mesmo padrão de qualidade.

Esses materiais são transportados até o canteiro de obras  que, na prática, passa a funcionar como um canteiro de montagem — e são utilizados para construir todo o edifício.

Por que usar os pré-fabricados nas construções?

O imóvel é finalizado mais rapidamente

O prazo acelerado é uma das principais vantagens de utilizar os pré-fabricados nas construções. Afinal, os elementos podem ser produzidos de forma simultânea às etapas de fundação e preparação de terreno, o que não pode acontecer com o formato convencional. 

Além disso, todo o processo de construção do imóvel passa a ser muito mais eficiente e, assim, os profissionais envolvidos na obra conseguem ter mais produtividade e entregar os resultados de forma bem mais rápida.

As peças possuem um padrão de qualidade

Ao levar a produção desses materiais para fora do canteiro de obras e para dentro de industrias automatizadas, o que se encontra é um ambiente selecionado, climatizado e higienizado, que ainda conta com o amparo e a supervisão de profissionais bem capacitados durante todo o processo.

Desse modo, é possível garantir um padrão de qualidade que seria inviável de ser alcançado in-loco. Isso traz ainda muitas outras vantagens para a obra, já que materiais de qualidade ajudam a construção a ser ainda mais eficiente, evitando o desperdício e minimizando os custos com manutenção e operação. 

A manutenção é mais fácil

As construções que utilizam materiais pré-fabricados também são conhecidas por necessitar de uma manutenção bem mais simples e isso acontece por vários fatores. Um deles é, como já mostramos aqui, que as peças possuem um padrão de qualidade alto, o que garante uma vida útil maior.

Além disso, como elas foram montadas e não produzidas e coladas no local, podem ser facilmente retiradas e substituídas. Portanto, caso seja necessário realizar uma troca, isso pode ser feito rapidamente, sem a necessidade de grandes intervenções e investimentos.

Quais são os benefícios de optar por estas peças?

Agilidade e economia

Sabemos que obras rápidas significam menos gastos. No entanto, a economia das construções com materiais pré-fabricados vai muito além disso. Essas peças também otimizam o processo porque elevam a produtividade, diminuem os custos com manutenção e mão de obra, minimizam os riscos de acidentes, possibilitam uma maior versatilidade na montagem e muito mais. 

Junto ao prazo reduzido, a possibilidade de economizar é um dos maiores atrativos para o uso dos materiais pré-fabricados nas construções. Afinal, o processo de erguer um imóvel não é nada barato e quem é que não gostaria de economizar ao mesmo tempo que garante uma qualidade maior?

Tecnologia e inovação

O processo de produção dos materiais pré-fabricados é bastante ligado às inovações tecnológicas do setor de construção civil. Isso permite entregar edifícios com soluções cada vez mais inovadoras, que propiciam um projeto mais harmônico e funcional, mas também permite um design arrojado e bem elegante

Sustentabilidade

Não é só no bolso e no relógio que é possível perceber as vantagens das peças pré-fabricados nas construções. A verdade é que o processo torna-se mais sustentável – um valor que é cada vez mais importante na sociedade e no meio da construção civil.

Os pré-fabricados trazem bem menos impactos para o meio ambiente, já que as fábricas contam com tecnologias avançadas que otimizam o processo. Normalmente, esses materiais duram mais e utilizam menos matéria-prima e recursos naturais (como água e energia elétrica) durante o seu processo de produção.

Além disso, o ambiente monitorado das fábricas também ajuda a controlar a liberação de poeira, ferrugem e outros resíduos que tanto incomodam os vizinhos dos canteiros de obras. A emissão de poluição atmosférica dos produtos pré-fabricados é bem menor do que a dos fabricados no canteiro.

Existem casos de sucesso?

Já são muitas as empresas de renome que apostam no uso dos materiais pré-fabricados nas construções. Uma delas é a Petrobrás, que construiu sua sede em Macaé, cidade litorânea do Rio de Janeiro, inteiramente com peças pré-fabricadas. 

Foram utilizadas vigas, lajes, pilares e painéis de fachada para construir um prédio de escritórios e o resultado não poderia ser melhor. O edifício entregue chamou a atenção pelo aproveitamento espacial, pela funcionalidade, pelo conforto acústico e térmico e, é claro, pela beleza e elegância.

Por isso, o projeto foi até mesmo replicado em um outro terreno para a construção de outro imóvel corporativo da companhia. Para que os dois edifícios não ficassem iguais, foram feitas algumas adaptações bem práticas e eficientes, que deixaram o segundo prédio com um visual autêntico, mas repetindo os pontos fortes da primeira obra. 

O uso de pré-fabricados nas construções também é inovador, algo que, além de ser bastante funcional, também aumenta o valor agregado do edifício. Como você viu, esses materiais permitem uma construção mais rápida e eficiente, além de possibilitarem um projeto refinado e harmônico. 

Agora que você já conhece um pouco mais sobre as vantagens dos pré-fabricados nas construções, entre em contato conosco para entender como você pode se beneficiar deles no seu dia a dia.

Arquitetura corporativa: construção da imagem a partir do projeto

Empresas robustas possuem uma imagem robusta. O processo de construção da imagem de uma companhia geralmente envolve consideráveis investimentos em publicidade e branding, num processo que procura captar a essência dos valores, missões e objetivos da corporação.

O reconhecimento dessas características, contudo, precisa transcender a identidade visual e se estender ao ambiente e à cultura interna — e é aí que um projeto de arquitetura corporativa pode fazer toda a diferença.

Oferecer as condições necessárias para que os funcionários tenham maior produtividade, ao mesmo tempo em que os clientes possam se sentir bem acolhidos, é o objetivo principal desse trabalho.

Neste artigo, você vai ver que um bom projeto arquitetônico não só ajuda a criar a imagem de uma empresa, refletindo a essência do negócio, como também pode trazer vários outros benefícios. Continue a leitura e confira os detalhes sobre o assunto.

Como funciona a arquitetura corporativa?

É todo projeto arquitetônico feito especialmente para uma corporação. Muita gente acha que isso se restringe ao espaço interno do escritório, entretanto, a verdade é que essa designação pode incluir também a construção de um prédio ou a implementação de um conjunto industrial — o que importa, de fato, é construir um ambiente que tenha ligação com a imagem que a empresa quer transparecer.

Assim como uma casa geralmente reflete o estilo de vida dos moradores, um projeto empresarial precisa refletir aquilo que a marca é. Dessa forma, uma agência de publicidade tende a ser muito mais informal do que um escritório de advocacia, por exemplo.

Ter em mente o conceito do seu negócio é fundamental — e, para que um projeto tenha sucesso, o arquiteto precisa compreender esse detalhe desde o início. É por isso que, quando pensa-se em uma marca como a Google, que está ligada à inovação e tecnologia, dificilmente alguém associaria a imagem dela a um prédio histórico ou neoclássico, mas a uma arquitetura moderna e sofisticada.

Qual a importância de um bom projeto arquitetônico para a empresa?

A beleza é somente uma das questões abordadas em um projeto arquitetônico. Um trabalho de alta qualidade engloba ainda cuidados com uma boa localização, logística eficiente, espaço de trabalho funcional, sustentabilidade, entre vários outros fatores.

Não há uma fórmula padronizada: é possível se inspirar nos projetos que você julga interessantes e tomá-los como referência — mas, no fim das contas, cada projeto é único, já que cada um possui necessidades diferentes.

Guardadas as devidas proporções, parar para pensar nas necessidades da sua empresa exige a mesma dedicação que você dispensaria ao planejar a sua casa ou apartamento.

Assim como desejamos o mínimo de conforto para passar os nossos momentos no lar — uma cama agradável, bom espaço para circular, móveis funcionais etc. —, precisamos que as nossas horas diárias de trabalho sejam dedicadas a um ambiente bonito e organizado, que estimule a produtividade, criatividade e preze pelo conforto dos colaboradores.

Tanto em caso de uma empresa grande quanto em uma pequena, com muitos ou poucos funcionários, a adoção de um projeto arquitetônico pode fazer toda a diferença para o seu negócio.

Quais são os benefícios de um bom projeto de arquitetura corporativa?

Dentre as principais vantagens de adotar um trabalho arquitetônico de qualidade, podemos destacar:

Redução de custos

Um ambiente personalizado permite otimizar o espaço e os seus recursos, possibilitando implantar um isolamento térmico adequado, maior aproveitamento da luz natural e ter mais eficiência hidráulica e energética.

Além disso, o arquiteto responsável pode escolher cadeiras, mesas e maquinários que combinem qualidade e durabilidade, diminuindo fortemente os gastos com reposição e manutenção.

Aumento da produtividade e satisfação dos funcionários

Com um espaço mais funcional e completamente adaptado às necessidades da empresa, a equipe ganha praticidade, objetividade e rapidez na realização das tarefas. Além de gerar uma maior eficiência na gestão dos negócios, isso ainda contribui para uma melhor integração e comunicação entre os colaboradores, tornando o ambiente corporativo muito mais agradável.

Lembre-se: além de mais eficientes, funcionários felizes têm um engajamento muito maior com o crescimento da empresa.

Fortalecimento da identidade da empresa

Como já citamos, um projeto personalizado leva em consideração a missão e os valores da companhia, o que reforça todo o posicionamento de marketing e a personalidade da empresa. Além disso, o ambiente todo é projetado para que a visão dos clientes seja direcionada aos pontos de cultura e com mensagens a serem transmitidas.

Maior tranquilidade com normas e regulamentações

Todo bom projeto arquitetônico para empresas leva em conta as normas de edificação. Logo, tudo o que estiver relacionado à segurança, será cuidadosamente analisado pelo arquiteto.

Como a arquitetura corporativa ajuda a criar a imagem da empresa?

Para que um projeto arquitetônico possa repercutir a imagem pretendida pela empresa, é necessário abordar um aspecto essencial: a solidez. Se a companhia estiver instalada em um prédio qualquer, sua credibilidade pode ser questionada.

Por outro lado, se a marca estiver em um edifício que transpareça solidez e consistência econômica, isso também ajudará na criação de uma imagem positiva.

Um bom exemplo é o projeto da Sidonio Porto para a Flextronics, multinacional conhecida por ser a maior montadora de tecnologia do mundo. No início dos anos 2000, o trabalho feito para o seu complexo industrial, no Brasil, na cidade de Sorocaba/SP, foi tão marcante que muitas pessoas passaram a conhecer a marca a partir dali. Naquela época, o prédio apareceu em diversas mídias de maneira espontânea e virou referência de boa arquitetura.

É natural que as marcas busquem visibilidade, mas um bom projeto arquitetônico pode colaborar de diversas maneiras para a formação de uma imagem institucional. Diversas outras características do ambiente, como a preocupação com a sustentabilidade, também podem ser vitais para externar uma boa imagem da companhia.

Entendeu agora como um bom projeto de arquitetura corporativa pode reforçar — ou até mesmo renovar — a imagem da sua empresa? Se está buscando um projeto de arquitetura de excelência, que transmita uma forte imagem corporativa e obtenha os melhores resultados possíveis, entre em contato conosco. Estamos preparados para ajudá-lo da melhor forma possível.